E o iPod completa uma década
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Nos anos 80, a Sony criava um mercado com os seu Walkman. Embora baseados no Stereobelt do teuto-brasileiro Andreas Pavel, os japoneses criaram uma marca e uma identidade que foi se dissipando até o início da década passada, quando no dia 23 de outubro de 2001, Steve Jobs apresentava o seu tocador de mídia digital: o iPod.
Ele não foi o primeiro, não era o mais espaçoso e nem era o mais baratos, porém o seu design e sua interface simples bem ao estilo da Apple, aliada ao iTunes, um poderoso (e odiado) gerenciador de mídia eram chamativos, porém mesmo assim, ele não foi muito bem aceito nos primeiros anos. A falta da porta USB (só possuía uma porta Firewire por causa da velocidade superior) e a incompatibilidade com o Windows foram um empecílio. Mas essas barreiras foram quebradas gradativamente ao passar do tempo e hoje ele se tornou para nós o que o Walkman foi há 30 anos atrás.
A família cresceu, veio o Mini que depois foi substituído pelo Nano que encolheu a cada geração, o Shuffle, aposta duvidosa pelo seu design sem display que se tornou cada vez incrívelmente menor e o Touch que trocou a famosa Click Wheel pelo Touch Screen, trazendo o iOS para aqueles que nâo podem adquirir um iPhone.
Desde 2004 o iPod é líder de vendas e segundo a Apple, já foram vendidos globalmente 275 milhões de unidades. Embora, o iPod clássico, aquele que lembra o seu antecessor não vive o seu momento de glória, ele deixou uma marca não só no mercado mas como na cultura popular, assim como o CEO da empresa que ajudou a o criar.




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[...] Como dissemos ontem, o iPod completou 10 anos de vida. Mas o que une o famoso tocador de mídia digital da Apple e este termostato que se adapta aos seus hábitos é o homem por detrás de ambos: Tony Fadell. [...]