Café com megabytes
Café com Megabytes #04 – Smart: o carro citadino da Swatch
Em homenagem a morte de Nicolas Hayek, presidente da companhia suíça de relógios Swatch, iremos contar hoje a história desse carro que trouxe uma forma diferente de dirgir na cidade.
Tudo começou no fim dos anos 80 quando o CEO da Swatch, Nicolas Hayek e a Société de Microélectronique et d’Horlogerie tiveram a idéia de criar um automóvel pequeno, prático e personalizável seguindo a mesma estratégia que reergueu a indústria suíça de relógios nos anos 80, o carro sempre foi conhecido a partir daí como Swatchmobile. Em 1991, Hayek conseguiu uma parceria com a Volkswagen que se rompeu após Ferdinand Piëch assumiu a presidência da Volkswagen e recusando a construção do Swatchmobile em troca do próprio projeto, o Lupo 3L. Segundo Piëch, o projeto da marca alemã teria mais espaço para carga e possibilidade de levar quatro pessoas e isso poderia ser mais vantajoso em termos de marketing.
Hayek tentou levar o projeto para várias montadoras como a BMW, Fiat, General Motors e Renault mas Hayek conseguiu firmar com a Daimler Benz AG (popularmente conhecida como Mercedes-Benz) fundando uma sociedade com 49% de capital da MCC (Micro Compact Car) e 51% para a Daimler-Benz AG em 1994. O nome Smart deriva das palavras Swatch, Merecedes e Art (Arte). A Daimler também estava desenvolvendo um projeto semelhante no qual viria se tornar o Mercedes-Benz Classe A. Em 1993 a Mercedes-Benz apresentava os conceitos Eco Speedster e Eco Sprinter, o bisavô do Smart como conhecemos hoje.
A fábrica não se localiza nem na Suíça ou na Alemanha e sim em Hambach na França. Ela foi inaugurada em 1997 com a presença do então atual presidente da França, Jacques Chirac e o chanceler alemão Helmut Kohl. Depois dos conceitos mostrados em 1996 em Atlanta e Paris e em 1997 o “Fashion Victim”, as vendas começaram em Outubro de 1998 com o Fortwo em 9 países europeus (era para ter sido lançado antes mas por problemas em testes como o “teste do alce”, o lançamento teve de ser adiado para consertar as falhas do projeto).
Mesmo com Hayek criticando certas partes do carro como o motor (Hayek queria um motor elétrico porém o carro possuía motor a gasolina com 699 e 799 cm3 e uma versão a diesel com 899 cm3), o carro mostrou-se um sucesso. Logo após a Daimler-Benz comprou a parte da Swatch e a marca Smart virou uma subsidiária da Mercedes-Benz.


A marca lançou mais dois modelos: ForFour (um sedan) e Roadster (um cupé) mas o ForTwo foi o mais bem-sucedido da marca e este continua até hoje.
Ele chama atenção por onde passa. Pequeno, pode estacionar paralelamente em uma vaga ou seja, em uma vaga normal podem caber três smart’s. Econômico, o seu motor consegue fazer níveis de 15 km/l na cidade e 24 km/l na estrada mesmo tendo velocidade máxima limitada eletronicamente de 140 Km/h. Seguro, mesmo com cerca de 770kg, a estrutura do carro é rígida e propõe segurança até acima do nível de um carro normal. Personalizado, cada smart tem combinações de cores e desenhos ao gosto do cliente seja discreto ou irreverente. Além disso, ele conta com uma versão descapotável.
Ele chegou ao Brasil em 2008 por um preço nada módico: A partir de R$ 58.000 porém não deixa de ser o centro das atenções. Small is the new big. Or not?
Café com Megabytes #03 – Negócio da China, ou de Hong Kong
Bem, faz uma semana que fiz a minha primeira compra internacional e finalmente tenho ela em mãos! Mas, vou contar o que passou então:
Há umas semanas, o meu N82 tomou um „banho de chocolate“ (derramei a xícara e caiu no meu celular…) e logo pensei:
-Pifou! Acabei estrangando meu telefone.
Eu vi o indicador da bateria descer incrívelmente e depois o celular não ligar mais. Depois de um tempo, resolvi abrir o telefone (pensei já que não ia perder mais nada). Acabei trincando o LCD mesmo com todo o cuidado do mundo (O LCD é preso por fita dupla-face e bem forte por sinal) e acabei desmontando o aparelho.
No dia seguinte, tentei religar o celular somente com a placa e a bateria e por surpresa, o celular vibrou (quando ligo ele sempre vibra) e depois coloquei o LCD quebrado e vi o ‘Nokia’ na tela incial. Minha pergunta era, valeria a pena trocar o telefone ou consertá-lo?
Café com Megabytes #02 – Apple, Beatles, Steve Jobs e iPods
A Apple vai nesta quarta-feira dia 09 o evento musical (sem nome) em San Francisco (“My heart leeeft, to Saaan Fraaan…ciscooo“), California. Muitos rumores cicrulam esse evento e vamos a eles:
O rumor base disso tudo é que nesse evento, tal como o Let’s Rock no ano passado quando foi lançado o novo iPod Shuffle, iTunes 8 e a função Genius, é o lançamento dos novos iPods crescidinhos. Depois do Snow Leopard, iPhone 3GS e rumores do Tablet PC da Apple, os iPods (e os iMacs) são os próximos a serem atualizados.

O maior rumor é que os iPods Nano e Touch viriam com câmeras integradas. Ainda não sei para que, mas parece que a Apple depois do sucesso com o iPhone 3GS e sua câmera mais aprimorada, parece que quer “reinventar a roda” nessa empreitada. O iPod Touch até posso aceitar mas gostaria de um iPhone sem telefone mesmo, já que ele é considerado assim. O iPod Nano parece que vai ter o visual igual ao atual porém com esse adicional. Só quero ver é como a Apple vai “adaptar” o iTunes para lidar com fotos.

Enquanto isso o iPod Classic, o marco da Apple no mercado de MP3 players pode estar perto do fim da sua existência. Segundo a reação do mercado em preferir as mídias flash ao invés de HDs 1.8” pode acabar com essa versão tão consagrada. Atualmente com 120Gb de armazenamento disponível, o iPod Classic parece um tijolo high-tech, mas a velocidade de acesso aos arquivos, o incômodo das músicas “pularem” com o aparelho em movimento e o peso são as desvantagens mais do que “consagradas” em relação as mídias flash. Parece que o iPod touch será o substituto natural com 64Gb de armazenamento.

Fora isso, Steve Jobs estará de volta ao público. Estacionando em vagas para deficientes com sua Mercedes SLK com seu novo iFígado, estará presente para multidões de seus fiés seguidores que creem em cada palavra e produto mostrando a verdade e não a duvida com Janelas, pinguins e Portões. Só me pergunto é porquê o Steve Wozniak não é tão lembrado quanto o seu “xará”.
Bem, mas o que tem os FabFour na história? Nesse mesmo dia, vai ser lançado o tão esperado (eu ainda mais) The Beatles: Rock Band e os álbuns remasterizados digitalmente. O motivo que relaciona com a Apple é que a gravadora da banda (coincidência?) Apple Records fizeram as pazes depois de anos brigando pela marca e essa coincidência de datas poderia finalmente levar toda a discografia da banda para o iTunes. Será que vai dessa vez?

De qualquer maneira, como sempre, tudo muda no final. Ou não.
Fonte principal: MacMagazine
Café com Megabytes #01 – Xuxa, Twitter e trapalhadas da pesada
Maria da Graça Meneghel ou conhecida como Xuxa, causou mais um escândalo e não por causa de pornografia igual quando ela entrou na Rede Manchete, e sim no mundo virtual.
A apresentadora infantil gerou polêmica no seu recente perfil na rede social Twitter aonde ela criou um barraco à lá Programa do Ratinho com direito a querer que bloqueiem o Twitter que cujos servidores estão nos Estados Unidos e não tem nada a haver com o caso.
Tudo começou quando a apresentadora começou a usar o serviço no dia 3 de agosto. Com uma oportunidade de interagir com o público, ela acabava escrevendo com um português bem pobre e com erros e abusando da caixa alta. Desajeitada, Xuxa afirma que é o “seu jeitinho”. Até a um ponto que as respostas sobre a sua maneira de escrever e o fato de ter quase 80.000 seguidores impossibilitava responder à todos, já deixava a apresentadora aborrecida.
Mas o motivo maior da baixaria foi uma mensagem escrita por sua filha Sasha no Twitter da mãe, enquanto estavam na gravação do novo filme da Xuxa. Sasha teria escrito que iria “gravar uma ‘sena’ com uma cobra”.
Como brasileiro é zoador, muitos usuários começaram a caçoar da sua filha tanto pelo erro de português, tanto pelo passado da mãe como atriz pornô.
O fato é que Xuxa acabou levando tudo a mal e afirmou que sua filha “foi alfabetizada na língua inglesa” (O colégio que Sasha frequenta, cobra uma mensalidade de R$ 5.000 ao mês). No seu último tweet, ela escreveu que seus seguidores “não merecem falar com ela e seu anjo”.
Ontem ela afirmou que quer o encerramento do Twitter pois “não podem continuar a mexer com a honra de sua filha.” ela continua: “Ou essa coisa nojenta, esse Twitter acaba ou os meus advogados irão proibir essa barbaridade.”.
Ok, eu pensava que era mentira, que era no estilo do @victorfasano, mais conhecido como fake. Mas vi que estava errado.
O pior de tudo não foram os erros gramaticais cometidos pela apresentadora e sim pela falta de humildade na situação. Com certeza, Xuxa devia ter se ofendido pela zoação de seus seguidores (que já foram ‘baixinhos’ tambem) insinuando que sua filha é burra.
Mas o fato (ou facto, do jeito que quiseres) é de querer a proibição do Twitter. Algo que pra mim é inconcebível, mas real (lembram do caso Cicarelli e o YouTube?).
Xuxa, os computadores que mantém o Twitter no ar estão nos US and A, e o serviço não fez nada.
É a típica situação que o marido encontra a mulher traindo com outro no sofá e vende o sofá. Quem zoou a Sasha foi quem usa e não o webmaster ou dono do servidor.
PS: O Advogado da “Rainha dos baixinhos que a odeiam temporariamente ou não” disse que “irá até ao final para punir os responsáveis pela a afronta e difamação”. Se isso acontecesse…
E viva a censura! (sic)








